27.3.10
gostaria de me dissolver na atmosfera circundante, transformar-me numa corrente de ar contundente e martelar os meus antigos congéneres como pregos, assobiar-lhes nos tímpanos até à surdez, soprar-lhes no focinho até à anestesia dos sentidos, entrar-lhes pelos pulmões a dentro e roçar-me ao cancro que cresce dentro deles.
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